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sábado, 2 de novembro de 2013

Augusto Cury em Marília.


R2 Eventos traz para Marília o escritor e psiquiatra Augusto Cury


Cury é psiquiatra, médico e escritor e já escreveu os grandes sucessos da literatura como O Vendedor de Sonhos e O Código da Inteligência
Categoria: Geral



A R2 Eventos traz pela primeira vez para Marília o escritor Augusto Cury que, no dia 28 de novembro, às 20h, no Alves Hotel, irá ministrar a palestra “Desativando as Armadilhas da Mente”. O tema deve abordar o medo de correr riscos, o que bloqueia a inventividade, a liberdade, a ousadia.

Segundo Cury, há inúmeras pessoas que travaram sua inteligência e enterraram seus projetos de vida pelo medo de correr riscos. Eles almejam escalar seus alvos, mas não ousam. Procuram transformar seus sonhos em realidade, mas se inquietam com os riscos da jornada. 

As inscrições já estão abertas e até o dia 7 de novembro o preço promocional da palestra é de R$ 100, valor que pode ser parcelado em até duas vezes no cartão. Para obter mais informações sobre a palestra ligue para os telefones (14) 4101-0408 ou 99703-1025.

Augusto Jorge Cury é psiquiatra, médico e escritor brasileiro, e famoso pelos seus livros na área de psicologia, ficção e pela sua teoria da inteligência multifocal. Entre os títulos mais conhecidos de sua autoria estão O Vendedor de Sonhos e O Código da Inteligência.

Cury procura explicar o funcionamento da mente humana e as formas de como fazer para exercer maior domínio sobre a nossa vida por meio da inteligência e pensamento, sendo que essa teoria possui mestrado e doutorado internacional.


Fonte: Jornal Diário de Marilia

Minerva assume unidades de bovinos da BRF

Informação confirmada em Fato Relevante foi antecipada pelo blog Primeiro Lugar, de EXAME.com

Dado Galdieri/Bloomberg
Gado da Minerva em uma fazenda em Barretos, interior de São Paulo
Gado da Minerva em uma fazenda em Barretos: operação incluirá a transferência de 15,2 por cento das ações da empresa


SÃO PAULO - A Minerva Foods assumirá duas unidades de abate de bovinos da BRF em Mato Grosso, em operação que incluirá a transferência de 15,2 por cento das ações da empresa para a BRF, cujo foco é alimento processado, carne de frango e suínos.


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Com o negócio, a Minerva --terceira em produção de carne bovina no Brasil e segunda na exportação do produto do país-- deverá agregar um faturamento líquido anual de pelo menos 1,2 bilhão de reais (total faturado pela unidade de bovinos da BRF em 2012).

"Vai crescer pelo menos isso no faturamento, acreditamos que sim", disse o presidente da companhia, Fernando Galletti Queiroz, em entrevista a jornalistas.

O faturamento da unidade de bovinos da BRF em 2012 representou o equivalente a 27,4 por cento das receitas totais da Minerva no ano passado.

A Reuters obteve informação sobre o negócio mais cedo, por meio de uma fonte a par do acordo. Com a notícia, publicada também em outros meios de comunicação, as ações da Minerva fecharam em alta de 4,2 por cento, enquanto os papéis da BRF terminaram em queda de 0,9 por cento.

O acordo também encerra um ciclo de fusões e aquisições da Minerva no Brasil, acrescentou o executivo. Mas abre as portas para novos acordos da companhia com a BRF, a maior exportadora de carne de frango do mundo, e uma das maiores do setor de alimentos do país.

"Vamos poder nos conhecer cada vez melhor, não temos nenhum projeto, mas dentro do espírito desse 'deal' (negócio), ele vai abrir portas, e vamos ver todas as áreas que possamos ter sinergias para atuar juntos", declarou.

Pelo acordo, a Minerva vai fornecer carne bovina para as operações de processados da BRF.

Já a BRF ressaltou ainda que, com a transação, faz um ajuste em seu modelo de atuação no mercado de bovinos. "Sem sair do negócio, desverticaliza a cadeia, deixando a gestão do abate aos cuidados de uma empresa especialista --a Minerva--, ao mesmo tempo em que reforça sua presença nos segmentos de food service e alimentos processados de carne bovina."

Em conferência nesta semana para comentar os resultados trimestrais da companhia, o presidente do Conselho de Administração da BRF, Abilio Diniz, havia dito que a estratégia da companhia é deixar o foco em commodities e voltar-se para clientes e consumidores.


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"Este negócio permite liberar o capital empregado tanto fixo como de giro dentro da estratégia de concentrar recursos e esforços em atividades ligadas à marca, distribuição e desenvolvimento de mercados", afirmou o vice-presidente de Finanças, Administração e Relações com Investidores da BRF Leopoldo Saboya, em nota.

Segundo ele, o acordo permitirá à BRF a redução de aproximadamente 170 milhões de reais em ativos biológicos (boi vivo) em até 10 meses. "Tais ativos não fazem parte desta operação e serão vendidos a mercado", destacou.

A Minerva, por sua vez, passará a operar em um Estado que tem o maior rebanho bovino do país.

O Acordo


As duas plantas da BRF, de Várzea Grande e Mirassol, com capacidade para abater 2.600 cabeças de gado por dia, integrarão a divisão de bovinos Newco, subsidiária integral da Minerva.

Em troca, a BRF passará a deter 29 milhões de ações de nova emissão da Minerva, representando na data do fechamento da operação um percentual equivalente a 16,8 por cento do capital social total e votante, e que chegará a 15,2 por cento quando da conversão integral até 2015 de debêntures mandatoriamente conversíveis emitidas pela companhia de bovinos, segundo o comunicado.

A operação está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), mas o executivo da Minerva não acredita que ela possa enfrentar problemas com o órgão antitruste, já que a empresa não tem operações em Mato Grosso.

Com o negócio, a companhia terá capacidade para abater 14 mil cabeças/dia, devendo ficar com cerca de 7 por cento do abate de bovinos do país, segundo o executivo.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Eike Batista - Cidade de São João da Barra vive dias ruins

Cidade de super empreendimento de Eike enfrenta dias ruins

A cidade de São João da Barra, escolhida para receber o Superporto de Açu, perdeu mais de mil postos de trabalho em 2013 após anos de números positivos

Reprodução/LLX

O anúncio da construção do Superporto de Açú estimulou a criação de quase 4 mil empregos entre 2006 e 2012 em São João da Barra (RJ); neste ano a história se inverteu

São Paulo - A cidade de São João da Barra, no Rio de Janeiro, foi a escolhida para receber o maior empreendimento de Eike Batista, o Superporto do Açu. O investimento na ordem de 3,8 bilhões de reais prometia trazer um boom de desenvolvimento para a cidade de apenas 33 mil habitantes. Hoje, no entanto, ela parece refletir a crise do grupo EBX.

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Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), entre janeiro e setembro deste ano, São João da Barra perdeu 1.117 postos de trabalho formais.

É a primeira vez desde o anúncio do empreendimento que a cidade sofre com fechamento de vagas, que só vinham aumentando ano a ano. Entre 2006 e 2012, 3.900 empregos com carteira assinadas foram criadas. 

A queda no número de empregos impactou diretamente o setor de serviços da cidade. Segundo reportagem do G1, no primeiro semestre de 2013, a prefeitura de São João da Barra perdeu R$ 36 milhões em arrecadação de impostos. 

O secretário municipal de Fazenda, Ranulfo Vidigal, acredita que a situação é temporária. Ao mesmo portal, disse que o município perdeu mil empregos num universo em que 10 mil foram criados.

"Muitas pessoas voltaram para suas bases. O que o município perdeu foi a demanda de serviços destas pessoas. Na minha previsão, esta perda é temporária. Um contrato entre a OSX e a Mendes Júnior voltará a trazer empregos a partir de março", disse o secretário ao G1.

Colapso de Eike

No começo do mês, a petroleira OGX comunicou ao mercado que não vai pagar a seus credores cerca de US$ 45 milhões das parcelas referentes a juros de dívidas emitidas pela empresa no exterior que venciam dia 1º de outubro. Nesta quarta-feira, a empresa acabou entrando com o pedido de recuperação judicial e agora precisa apresentar um plano de reestruturação para pagar tudo o que deve. 

A turbulência nos negócios de Eike começou há mais de um ano, quando a OGX passou a apresentar resultados de produção muito abaixo das expectativas do mercado e das próprias projeções da empresa.

Fonte: Revista Exame